Todos vocês designers por aí, eis uma perguntinha, cortesia do Google: quando falamos em determinar o direcionamento de uma empresa, quanto de controle de design deve-se ceder aos consumidores?
No Google, dados são os mandantes. Tabelas, grupos de foco e dados concretos determinam o que entra para os serviços e produtos da empresa que são voltados ao consumidor, e este era o problema. Pelo menos este era o problema para ex-Googler Douglas Bowman.
Bowman, agora no Twitter, recentemente escreveu no seu blog pessoal que, em poucas palavras, o Google não é muito legal com os designers.
Quando ele bolava alguma decisão de design, independente de quão rápida ela fosse, sempre pediam que ele a fundamentasse com dados. Antes de ele poder decidir se uma linha de página de Internet teria três, quatro ou cinco pixels de largura, por exemplo, ele precisava apresentar versões de teste de todas as três páginas na Internet. Diferentes grupos de usuários veriam diferentes versões e o comportamento de clicadas deles ou a quantidade de tempo que eles passavam em uma página ajudariam a selecionar uma vencedora. "Os dados acabavam se tornando uma muleta para todas as decisões, paralisando a empresa e impedindo que ela tomasse quaisquer decisões ousadas quanto ao design," disse Bowman.
O Google, por sua vez, "não vê nada de errado" na decisão de ter pequenos 1s e 0s sustentando todas as grandes decisões de design. "Nós deixamos a matemática e os dados governarem como as coisas serão", disse Marissa Mayer, vice-presidente do Google de produtos de pesquisa e experiência do usuário.
Como um blogueiro e autodenominado pensador livre, eu estaria inclinado inicialmente a tomar mais ou menos o partido de Bowman neste caso, Quando uma empresa se torna inteiramente dependente dos dados e do feedback do consumidor para impeli-la, há uma tendência, ainda mais devido à natureza de tal abordagem, a assumir menos riscos. Por outro lado, o Google é a Skynet transportada para o mundo real e a empresa está sentada bem no alto de uma enorme montanha de dinheiro, poder e influência precisamente em função da sua abordagem comprovadamente bem-sucedida de basear-se nos dados para o design de produtos.
E há também as empresas como a Apple, que indiscutivelmente focam bastante nos testes e sei lá mais o que, mas na maior parte das vezes tomou decisões de design e produto com base em saltos ousados e ligeiras fuçadas em tecnologias já existentes que os usuários nem sabiam que desejavam. Há também a alternativa da empresa ter deixado de lado recursos que os usuários da Internet (leia-se: nós geeks) consideraram ser completamente necessários para o sucesso do telefone. Ah, e eles também são grandes fãs deste lance de fazer coisas "em segredo".
"Os clientes às vezes não sabem o que eles querem", disse John Seely Brown, co-fundador do Centro Deloitte para Inovação de Ponta, em uma entrevista com o New York Times. "Não tem como ser perigoso simplesmente ouvir o que os usuários têm a dizer sobre o que precisam".
Eu adoraria ouvir o que diretores de arte, designers gráficos e o departamento do Google Analytics têm a dizer sobre isso, porque isso parece ser uma discussão absolutamente feita para se analisar caso a caso, considerando o sucesso tanto de exemplos baseados em dados e em design como mencionados acima. No Twitter, onde Bowman agora reside alegremente, as mudanças de design são geralmente extraídas de tweets dos usuários. Mas que incestuoso! Mas isto levou a busca e as tendências do Twitter a serem integradas à minha conta, então pronto.
Veja como driblar os patrões mais tradicionais, escondendo atividades mal vistas pela empresa
Todo mundo guarda um pouco do tempo do trabalho para uma distração pessoal. Mas as atividades ainda podem ser mal vistas por alguns chefes. Pensando nisso, sites e produtos foram criados para os trabalhadores que precisam de métodos pouco convencionais para enganar os olhos sempre vigilantes de patrões e colegas.
Programas simulam atividades em softwares do pacote Office para você acompanhar seu Twitter ou jogar games virtuais. Também já estão disponíveis produtos que ajudam a identificar se tem alguém por perto de olho em você e seu computador. Confira abaixo os links com nossas sugestões para você driblar deu chefe.
Segundo reportou o TechCrunch, Santosh Jayaram, novo Vice-Presidente de Operações do Twitter, anunciou recentemente que o Twitter Search, um mecanismo de pesquisa em tempo real que varre as micro-mensagens da rede social, começará em breve a indexar os links que as pessoas divulgam em seus tweets.
Esse movimento, além de permitir explorar conteúdos mais amplos, permitirá ao Twitter entrar num novo nível entre os sistemas de pesquisas atuais. Com essa novidade, os utilizadores passarão a ter acesso ao conteúdo gerado na rede social e a oportunidade de descobrir páginas da web que apresentam um "voto de confiança" daqueles que twittaram o conteúdo.
Para Jayaram, ex-Vice Presidente de Qualidade de Pesquisas no Google, a idéia do Twitter não está na construção de um mecanismo de pesquisas concorrente ao Google, mas no desenvolvimento de um mecanismo diferente e com diretrizes próprias. "Nossos engenheiros estão tentando determinar o melhor modo de calcular essa reputação" disse.
Embora ainda não se saiba exatamente como será o algoritmo do Twitter Search, é possível que o cálculo seja realizado pelo número de seguidores de um perfil ou mesmo através da contabilização de RTs (ReTweets).
John Highland, um programador de 29 anos e fã do Twitter, anunciou que fará a tatuagem da baleia (que aparece na página do microblog quando o serviço está inacessível), se ele conseguir atrair 20 mil seguidores na rede social. Embora tenha apenas pouco mais de 2 mil seguidores em seu perfil, o twitter.com/JoshHighland, ele aposta que alcançará a meta.
Morador da cidade de Redlands, Califórnia, nos Estados Unidos, ele diz que não tem pressa para chegar à soma, que pode levar "seis dias, seis meses ou até seis anos". Entusiasta da tecnologia e amante da internet, como se define, ele pretende homenagear o site tatuando o desenho se arrebanhar os 20 mil seguidores e garante que vai tornar realidade a promessa de fazer a tatuagem. O desenho deve ser feito em seu braço ou sua perna.
Para divulgar a "mobilização", John criou a página Twitterink.com, onde os interessados em ajudá-lo - em aumentar a popularidade e chegar aos 20 mil seguidores -, podem ler mais sobre ele e sua iniciativa.
[O idiota só está querendo chamar a atenção pra si. Vai trabalhar em circo mané.]
O Google e o Facebook tentaram, mas, segundo sites de tecnologia dos Estados Unidos, é a Apple que está próxima de fechar negócio com o serviço de microblogs Twitter.
De acordo com os sites "TechCrunch" e "Valleywag", a empresa de Steve Jobs teria oferecido US$ 700 milhões pelo Twitter, em acordo que poderia ser concretizado ainda esta semana.
A expectativa é que alguma novidade seja anunciada durante a conferência internacional de desenvolvedores da Apple, em 8 de junho, em San Francisco (Califórnia).
Twitter e Apple ainda não se manifestaram oficialmente sobre os rumores da negociação.
A suposta oferta supera a proposta feita pelo Facebook em novembro de 2008, estimada em US$ 500 milhões. No início de abril, o mesmo "TechCrunch" havia publicado que o Google estava interessado no Twitter e citava uma possível oferta de mais de US$ 250 milhões.
O Twitter vem ganhando popularidade desde sua criação, três anos atrás, ainda que a empresa não tenha até agora registrado lucros. O serviço permite que o usuário compartilhe mensagens rápidas e curtas com uma rede de contatos.
O fundador do Twitter, Biz Stone, disse em março que a companhia estava ansiosa por formar parcerias com novas companhias, incluindo o Google, mas não estava avaliando uma fusão ou compra.
Embora o Twitter ainda não tenha divulgado seus planos de sustentabilidade, a empresa de micro-mensagens continua a apresentar um alto grau de atratividade e curiosidade entre as pessoas que trabalham em empresas de internet, incluindo os Googlers.
Assim como Douglas Bowman, ex-Líder de Design no Google, que deixou a companhia para se tornar o Diretor de Criação no Twitter, Dustin Diaz (na imagem), Engenheiro do Gmail e colega de Bowman, anunciou também sua saída da empresa de Larry Page e Sergey Brin para assumir uma nova posição de trabalho no Twitter.
“É chocante, nós não conseguimos mantê-lo. Diaz é um dos melhores desenvolvedores frontend" disse um Googler ao blog TechCrunch. Assim como Facebook foi alguns meses atrás, o Twitter é hoje a nova e excitante empresa que atrai funcionários de outras corporações, mesmo sem qualquer definição ou garantia de emprego a longo prazo.